Bule multi-uso

Quando me mudei para o apartamento novo decidi que era hora de dar um basta ao provisório. Cansei de morar numa casa que reúne os móveis que sobraram e tem aquela eterna cara de república. Nada contra repúblicas, mas tudo tem seu tempo. Aos 27 25 anos de idade, já passou a hora do lar provisório.

Acabei doando muitas coisas – e jogando outras tantas fora. Dentre elas, uma jarra de suco de plástico, toda opaca e cansada (como diz a Marina). E não dei falta dela até outro dia, quando o namorado veio almoçar em casa e percebi que só tinha a jarra do mixer pra servir o suco.

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Foi então que me deparei com um bule que comprei na casa china há alguns meses. Originalmente, o comprei pra servir de vaso e o enchi de astromélias amarelas no meu último aniversário. Paguei tão baratinho nele que tenho minhas dúvidas quanto ao quanto ele pode aguentar de calor, então usá-lo como um bule de verdade sempre esteve fora de cogitação. Já que como bule ele tá mais pra vaso, por que não transformá-lo em jarra de suco?

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Isso não elimina a necessidade de um jarro, mas com certeza vou ter mais gosto de servir suco no bule que na jarra do mixer. ;)

Beijinhos,
Stephie

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Banheira

Quando disse para os meus amigos que o meu apartamento novo teria uma banheira, vi, deles, duas reações: aqueles que ficaram tão empolgados quanto eu e aqueles que carinhosamente me disseram que eu quase não a usaria.
Há alguns anos, morei num apartamento bem antigo que tinha banheira. Apesar de linda, o banheiro era muito grande, o encanamento à gás não funcionava e o chuveiro elétrico mal dava conta de esquentar a pouca água que dele saía – imagina encher a banheira toda. Então, realmente, naquela ocasião, dos quase 2 anos que morei ali, pouco usei a tal da banheira.
Mas agora é diferente. A banheira funciona! Além de ter água quentinha, tem hidromassagem. E funciona!
Pode ser que seja empolgação. Pode ser que sejam as férias. O fato é que tenho usado boa parte do meu tempo livre para ficar ali de molho – com direito a sais de banho e espuma – lendo alguns capítulos de algum livro ou só ouvindo música.
E é tão bom que até o gato fica observando.

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E você? Como relaxa em casa?
Beijinhos,

Stephie

Na casa china tem

Quem mora em Curitiba com certeza já ouviu o famoso jargão curitibano ‘na casa china tem’. Pra quem não conhece, Casa China é uma rede de lojas de utensílios domésticos. Na década de 90 Há algum tempo, as lojas nesse estilo eram chamadas de 1,99 e eu sei que no Rio Grande do Sul as pessoas costumam chamar essas lojas de Bazar. Aqui, como em qualquer outra cidade, existem MILHARES dessas lojas e quem me conhece sabe que eu não resisto e sempre entro. Já achei várias coisas muito legais e tem muito produto literalmente idêntico ao que se vende em lojas mais caras. Um bom exemplo disso, são os produtos da Coza, que você acha em qualquer uma dessas lojas e, geralmente, chegam a ser até 20% mais baratos que no mercado ou numa loja de nome.

Numa dessas minhas correrias atrás de peças de decoração de festa e produção pra fotos, uma amiga e eu nos deparamos com um 1,99 fantástico lá no bairro Seminário. Infelizmente, entramos em tantos lugares naquele dia que não vou lembrar o endereço. Olha que legal a placa de metal que achamos lá:

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E o preço, é claro, condizente com uma loja popular. Paguei menos de 10 reais!

Dica amiga: Pendurei essa plaquinha na porta do banheiro. Mas antes de sair martelando as portas da sua casa, se você mora num imóvel alugado, verifique com o proprietário/imobiliária se você pode furar a porta. No meu caso, a porta já estava bastante martelada. Aproveitei um dos furos e adicionei o outro com um prego bem fino.

Beijinhos,

Stephie

Bolinho de arroz

A ceia de ano novo por aqui foi coletiva. Cada um levou um prato e tinha muita comida boa! Só que nós cozinhamos pra mais gente do que tinha na festa e sobrou muita coisa. E quem aguenta ficar comendo a mesma coisa dia-sim-outro-também? Resolvi fazer bolinhos de arroz com o resto do arroz que trouxe pra casa. Mas não fiz a versão tradicional que minha mãe costumava fazer em casa – já que normalmente os bolinhos são fritos, e não sou muito fã de frituras. Então coloquei a massa em forminhas de silicone e assei. A primeira receita ficou linda! Porém seca e sem gosto =( Coloquei pouco queijo, nada de sal, nada de fermento e farinha demais.

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Já a segunda receita ficou tão gostosa que resolvi compartilhar, então aí vai:

2 xícaras de arroz cozido (usei arroz branco, mas acho que ficaria delicioso com arroz integral)

1/2 xícara de parmesão ralado

1/2 xícara de mussarela ralada

1 cenoura ralada

2 ovos

1 colher de chá de fermento

1 pitada de orégano

3 colheres de sopa de leite desnatado

1 xícara de farinha de trigo (aqui vai depender muito do ponto do arroz que usar. O meu estava bem sequinho, então não cheguei a usar a medida toda)

 

Antes de começar a mistura, ligue o forno e deixe-o aquecendo na metade da potência. Misture todos os ingredientes  exceto a farinha e o fermento. Coloque a farinha aos poucos, cuide para a massa não ficar muito seca. Deixe o fermento por último.

Eu usei formas para cupcake de silicone para assar os bolinhos ao invés de fritá-los. Deixei no forno em temperatura média por uns 15-20 minutos (até ficarem dourados).
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Essa receita rendeu exatamente 6 bolinhos. Não ficou tão bonita quanto a fornada anterior. Mas ficou tão gostoso que não deu tempo de ficar olhando muito! ;)

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Nham!

Beijinhos,

Stephie

Resumindo

Fim de ano é sempre uma correria. Para aqueles que trabalham em lugares que fecham durante as festas de fim de ano – que é o meu caso – é pior ainda. Tudo precisa estar feito antes das férias coletivas e acaba não sobrando tempo pra muita coisa. E tem também a vontade de ficar offline por um tempo, pra recarregar as baterias. Por essas e outras razões o blog esteve meio abandonado.
Mas muita coisa aconteceu enquanto estava offline.

Costurei vários novos modelitos,

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Testei novas disposições dos móveis no apê,

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Ganhei uma bromélia super linda e diferente de uma aluna querida,

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Fiz centenas de cookies e bolachas de natal com a família do namorado,

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E passei tanto o natal quanto o ano novo ao lado de gente muito querida – ainda que longe dos meus pais e morrendo de saudade deles.

O ano novo quase sempre começa com calmaria, e o meu não está sendo diferente. Embora a cabeça esteja a mil: cheia de ideias para aquele monte de caixas escondidas no soon-to-be escritório/quarto de hóspedes no apê. Enquanto não arrumo, vou curtir uma preguiça no sofá. ;)

Beijinhos e feliz ano novo,

Stephie